PICOLÂNDIA

Manuel_Tomas_WEB

PICOLÂNDIA, de Manuel Tomás

colecção terra açoriana 001 | crónica

48 páginas | 978-989-8592-11-8 | 1ª edição – Setembro de 2012 | 2ª edição – Outubro de 2012 | 3ª edição – Outubro de 2012| | 4ª edição – Outubro de 2012 | PVP: € 6,45

EXCERTO

«Depois da festa de atribuição da categoria de maravilha de Portugal, o Pico, que já era uma “maravilha de lava e altura”, merece que deixemos falar o coração, mas vai ser preciso que ouçamos a cabeça, sem perder a razão de que a qualidade da ilha que temos só o será, realmente, se o for para as gentes que cá vivem.

Se Raul Brandão voltasse hoje ao Pico, voltava a escrever: “O Pico é a mais bela, a mais extraordinária ilha dos Açores, duma beleza que só a ela lhe pertence, duma cor admirável e com um estranho poder de atracção.”?» [ Pico, maravilha de lava e altura ]

RECEPÇÃO CRÍTICA / LEITURAS

«As crónicas de Manuel Tomás, assim juntas, ganham (…) muitíssimo. Foi uma excelente ideia juntá-las neste Picolândia, editado pela Companhia das Ilhas. Não é apenas por ser um livro de pequeno (em formato e número de páginas), que se lê num ápice. Lê-se rápido, por gosto, e fica-se com vontade de continuar, e então volta-se para trás para o reler – e talvez seja esse o maior elogio que se lhe pode dar. Diz quem sabe, que Manuel Tomás tem grandes qualidades literárias. Pela minha parte, como não sou especialista, direi apenas que este livro é uma excelente leitura para um picoense – mesmo que não se esteja sempre de acordo com as ideias que os textos transmitem. Porque, mais do que isso, é importante ler este livro pelas suas qualidades de comunicação, pela sua inteligência, pela profundidade com que aborda os temas, mesmo sabendo nós que os textos tiveram o espaço e a efemeridade do espaço de um jornal.»

José António Soares (Presidente do Círculo de Amigos da Ilha do Pico, jornal onde inicialmente foram publicadas as crónicas de M. Tomás. Texto de apresentação do livro na encontro de  Adiaspora.com, na Madalena do Pico, em 27 de Outubro de 2012)

«Num quadro de dificuldade, de incerteza e de uma certa angústia colectiva em que Portugal se encontra mergulhado, Manuel Tomás trava um intenso diálogo com o quotidiano e está atento ao que se passa à sua volta. E, num registo pessoal, lança farpas ao que se tem atentado ao património cultural e natural do Pico. (…) este autor picaroto representa a aliança rara entre um pensamento surpreendentemente original e uma escrita de grande sedução e esplendorosa claridade. O que faz da publicação de Picolândia um acto que dignifica o seu autor e quem promoveu a edição, dignificando também o leitor.»

Vítor Rui Dores (apresentação da obra na Biblioteca e Arquivo Regional da Horta, em 8 de Novembro de 2012)

Anúncios
%d bloggers like this: